Audi A4 B7 vs Lexus IS II: qual é mais fiável?
Segundo a Nota MotorFiable, o Audi A4 B7 (5,1/10) tem menos avarias graves documentadas do que o Lexus IS II (4,3/10), sobretudo pelos seus motores.
| Dado | Audi A4 B7 | Lexus IS II |
|---|---|---|
| Segmento | Berlina | Berlina |
| Anos | 2004–2007 | 2005–2013 |
| Nota MotorFiable | 5,1 em 10 | 4,3 em 10 |
| Nota do motor | 5,9/10 | 2,3/10 |
| Motor mais recomendável | 2.0 FSI · Com precaução | 2.0/2.2 D-4D · Evitar |
| Nota do resto do carro | 4,4/10 | 6,3/10 |
| Suspensão | 7,3 em 101 avariaGravidade alta | 9,5 em 100 avarias |
| Travões | 7,4 em 100 avarias | 8,0 em 101 avariaGravidade alta |
| Direção | 6,9 em 101 avariaGravidade média | 9,5 em 100 avarias |
| Caixa de velocidades e embraiagem | 3,6 em 104 avariasGravidade média | Sem avarias documentadas |
| Sistema elétrico | 8,9 em 101 avariaGravidade baixa | 7,9 em 101 avariaGravidade alta |
| Airbags e segurança | 7,1 em 101 avariaGravidade crítica | 7,1 em 101 avariaGravidade crítica |
Notas em 10: quanto mais alta, menos avarias graves documentadas. Como as calculamos
Principais avarias do Audi A4 B7
Fora do motor
- Gravidade críticaFrequência: OcasionalAirbags e segurançaCampanhas pelos geradores de gás Takata do airbag dianteiroSim: o A4 B7 está incluído na campanha 69EQ, que abrange unidades fabricadas entre 23 de fevereiro de 2004 e 3 de agosto de 2011 porque o insuflador do airbag dianteiro pode degradar-se e projetar fragmentos metálicos ao disparar. O fiches-auto.fr documenta ainda uma campanha de dezembro de 2020 por um risco distinto de entrada de humidade no gerador, para unidades de 2005 em diante.Reparação: 0 €
- Gravidade altaFrequência: OcasionalSuspensãoRutura dos braços de suspensão dianteira de alumínioNas versões 1.9 TDI, o fiches-auto.fr documenta fraturas dos braços de suspensão dianteira de alumínio a partir dos 180.000-210.000 km, uma falha de segurança porque pode alterar o controlo direcional do carro.Aparece por volta de 180 000 km
- Gravidade médiaFrequência: FrequenteCaixa de velocidades e embraiagemDesgaste precoce da embraiagem e do volante bimassa (diesel)Vários proprietários de versões 1.9 TDI documentam no fiches-auto.fr avarias da embraiagem e do volante bimassa entre os 75.000 e os 160.000 km, com reparações combinadas de até cerca de 2.000 € quando é preciso substituir ambos em simultâneo.Reparação (oficina): 1 000–2 500 €Aparece por volta de 75 000 km
Nos seus motores
- Gravidade críticaFrequência: FrequenteMultitronicDesgaste da corrente e dos cones do variadorSim: o variador usa uma corrente de mais de 1.000 elos entre dois pares de cones que se desgasta com os quilómetros, sobretudo se o óleo não for mudado com regularidade. A Gebrauchtwagenberater liga a fama da caixa a «numerosas avarias totais»; a Schaeffler/LuK vende um kit para reparar a corrente.
- Gravidade altaFrequência: FrequenteMultitronicFalha da unidade de comando (TCU) e modo de emergênciaSim: a unidade de comando da multitronic, sobretudo no código 01J (até 2007), é um dos seus pontos fracos mais documentados. Um sobreaquecimento com infiltração de óleo na centralina provoca avisos de avaria e modo de emergência e, se for ignorado, pode acabar por danificar a própria caixa.
- Gravidade altaFrequência: Frequente3.0 TDI V6Bomba de água que falha e fugas do circuito de refrigeraçãoNo 3.0 TDI, a bomba de água pode falhar e, desde 2010, sobreaquecer até danificar o motor (o guia do A6 C6 cita uma ação de serviço). Os proprietários citam ainda fugas de líquido de refrigeração em mangueiras, válvula reguladora e arrefecedor.
Principais avarias do Lexus IS II
Fora do motor
- Gravidade críticaFrequência: OcasionalAirbags e segurançaGerador de gás defeituoso no airbag do condutor do Lexus IS (alerta de 2019)Um alerta do Safety Gate de maio de 2019 assinala que o gerador de gás do airbag frontal do condutor do Lexus IS fabricado entre 2010 e 2017 pode ser defeituoso e libertar fragmentos metálicos ao ativar-se. Entre os tipos listados figura o XE2(a), o do IS de segunda geração.
- Gravidade altaFrequência: OcasionalTravõesFuga de líquido dos travões pela vedação traseira do cilindro-mestre (IS 250 e IS 220d)A DVSA britânica regista uma campanha de recolha de 15.445 Lexus IS 250 e IS 220d: se fosse utilizado um líquido de travões inadequado, a vedação traseira do cilindro-mestre podia ressecar e deformar-se, com fuga de líquido e acendimento da luz de nível baixo. A vedação foi substituída por outra melhorada.
- Gravidade altaFrequência: OcasionalSistema elétricoPorcas dos braços do limpa-para-brisas dianteiro com aperto insuficiente (campanha de 2013)Em 2013 a DVSA britânica registou a campanha de recolha de 15 Lexus IS 220d e IS 250 com volante à esquerda: a porca do braço do limpa-para-brisas podia ficar solta e, com uma carga como neve acumulada, um ou os dois limpa-para-brisas podiam ficar inoperativos. As porcas foram substituídas.
Nos seus motores
- Gravidade críticaFrequência: Muito frequente2.0/2.2 D-4DJunta da cabeça do motor deformada e consumo de óleo no 2.2 D-4DSim: o bloco de 2.2 litros (2AD-FTV e 2AD-FHV D-CAT) acumula numerosos casos documentados de junta da cabeça do motor deformada e de consumo ou diluição de óleo no Avensis, no RAV4, no Auris, no Corolla Verso e no Verso, com reparações que por vezes exigem a substituição do motor.Aparece por volta de 40 000 km
- Gravidade médiaFrequência: Muito frequente2.0/2.2 D-4DVálvula EGR obstruída por fuligemSim: a válvula EGR obstrui-se com fuligem com muita frequência em toda a família 1AD/2AD D-4D, sobretudo com utilização urbana e trajetos curtos, e costuma provocar perda de potência ou a luz do motor acesa.Aparece por volta de 45 000 km
- Gravidade médiaFrequência: Frequente2.0/2.2 D-4DDesgaste e falha dos injetoresSim: os injetores common-rail falham com frequência nesta família, com casos documentados desde os 30.000 km e reparações que vão de 800 € (um injetor) a 1.900 € (vários), segundo os proprietários consultados.Aparece por volta de 30 000 km